Angola - CEVAL
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Angola

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Mercado

Angola, no contexto da África Subsariana, assume-se como uma potência regional, com um Produto Interno Bruto (PIB) per capita que, e em termos de paridade do poder de compra, atingia 7 255 dólares, substancialmente superior ao de países como o Quénia e a Nigéria. O país é rico em recursos naturais, com destaque para o petróleo, que representou cerca de 38% do PIB de 2016 e cerca de 92% das exportações.
Problemas técnicos que provocaram uma diminuição da produção petrolífera e a queda significativa dos preços do petróleo durante parte de 2014 e 2015 conduziram a um abrandamento do crescimento, que registou 4,8% e 3,0%, respetivamente. Apesar de, em 2016, a economia angolana ter estagnado, assistiu-se a uma recuperação em 2017, apontando as projeções do EIU para um aumento de 2,7%.
Angola é um importante parceiro comercial de Portugal, tendo-se posicionado, no que refere ao comércio de bens, no oitavo lugar no ranking de clientes em 2016 (3,2% das nossas exportações). Na qualidade de fornecedor, as quotas de Angola são mais modestas, ocupando a 12ª posição do ranking. Nos primeiros nove meses de 2017, os valores das exportações e das importações de bens e serviços tiveram comportamentos distintos, com as exportações a crescer 37,2% e as importações a contabilizar uma quebra de 72%.
As autoridades angolanas têm vindo a implementar várias reformas e medidas, nomeadamente legislativas, com o objetivo de liberalizar as trocas comerciais de bens e serviços, promover a iniciativa privada, eliminar obstáculos nas transações internacionais, diversificar sectores da economia e aumentar o investimento direto produtivo.
Atualmente, regista-se, no entanto, uma inversão desta tendência na definição da política comercial angolana, numa ótica protecionista (na sequência da crise financeira e económica provocada, nomeadamente, pela quebra da cotação do petróleo no mercado internacional), através da tomada de várias medidas suscetíveis de se traduzirem em obstáculos de natureza pautal e não pautal.

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15/02/2018

Fonte:AICEP

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